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Casos de sífilis aumentam 25% em Sorocaba

November 7, 2016

 

Os casos de sífilis em Sorocaba tiveram um aumento de 25% em relação ao ano passado. Segundo dados do Programa Municipal de DST/Aids/Hepatites Virais, da Secretaria Municipal de Saúde (SES), entre janeiro e setembro deste ano foram registrados 189 casos de pessoas acometidas pela doença. Em 2015, no mesmo período, foram 151. Desde 2011, o Ministério da Saúde incluiu a sífilis entre as enfermidades de notificação compulsória e nos últimos cinco anos o município registrou 1.402 casos da doença, que é transmitida sexualmente.

Segundo o médico infectologista Carlos Alberto Lazar, a sífilis desenvolve-se em diferentes estágios, e os sintomas variam conforme a doença evolui. Cerca de duas a três semanas após o contágio, conforme explica, formam-se feridas indolores (cancros) no local da infecção. Não é possível observar as feridas ou qualquer sintoma, principalmente se as feridas estiverem situadas no reto ou no colo do útero. As feridas desaparecem em cerca de quatro a seis semanas depois, mesmo sem tratamento. A bactéria torna-se dormente e fica inativa no organismo.

Aproximadamente 33% daqueles que não trataram a sífilis em seu primeiro estágio continuam desenvolvendo a doença silenciosamente. Nesse período o paciente pode apresentar dores musculares, febre, dor de garganta e dificuldade para deglutir. Há também o estágio da sífilis latente, período em que não há sintomas. Esse estágio pode perdurar por anos sem que a pessoa sinta nada. "A doença pode nunca mais se manifestar no organismo, mas pode ser que ela se desenvolva para o estágio mais grave de todos", diz.

Se não for detectada, a infecção se espalha para áreas como cérebro, sistema nervoso, pele, ossos, articulações, olhos, artérias, fígado e até para o coração.

Lazar esclarece que o diagnóstico da doença pode ser feito através de exames de sangue, que identificam anticorpos que estão combatendo alguma infecção. O médico pode optar também por recolher amostras de uma secreção expelida por alguma ferida presente no corpo, que será analisada em microscópio. Caso exista a suspeita de que o paciente está com complicações neurológicas causadas pela sífilis, o especialista poderá coletar uma pequena amostra do líquido céfalo-raquidiano.

Tratamento

A penicilina G é a droga preferencial para o tratamento da sífilis em todos os estágios da doença, afirma Lazar. Se o antibiótico utilizado será benzatino ou cristalino, a via aplicação (se por soro ou injeção) e a dosagem do medicamento dependem das manifestações clínicas e da presença ou não de co-infecção pelo HIV, vírus da Aids. A sífilis em seu último estágio necessita um período maior de tratamento.


Número de gestantes com sífilis cresce 12%

O número de gestantes que contraíram sífilis também aumentou em Sorocaba. Segundo a Secretaria de Saúde (SES) do município, 93 mulheres tiveram resultado positivo para a doença durante a gravidez nos primeiros nove meses de 2016. No mesmo período de 2015 foram 83 notificações, o que representa um aumento de 12%. Há uma semana o Ministério da Saúde lançou uma campanha nacional de combate à sífilis que pretende mobilizar gestores e profissionais de saúde sobre a importância da detecção e do tratamento da doença durante o pré-natal. 
A transmissão vertical, de mãe para filho, ocasiona a sífilis congênita. Em Sorocaba, nos últimos cinco anos, foram 151 casos desse tipo. Segundo a coordenadora do Programa Municipal DST/Aids/Hepatites Virais, Viviane Ruiz Shibuya, a divulgação das notificações foram agrupadas dessa forma (nos últimos cinco anos e não ano a ano) "porque a sífilis congênita demanda de muitos fatores para a inserção no banco de dados".  
O infectologista Carlos Alberto Lazar explica que existe a sífilis congênita precoce, que se manifesta antes dos dois anos de vida, e a sífilis tardia, após essa idade. "Fígado maior que o normal, prematuridade, baixo peso, periostite ou osteíte e icterícia indicam a doença no recém-nascido", afirma Lazar.  
Para evitar a transmissão, explica o médico, é essencial que a mulher seja tratada logo no início da gestação. "Não pode esquecer que é essencial que o parceiro também receba o tratamento." 
Outra medida importante, afirma Lazar é que o teste para sífilis seja disponibilizado para todas as grávidas do 1º ao 3º trimestre de gestação e na admissão para o parto. Também é fundamental anotar os resultados dos exames e todo o tratamento recebido pela mãe e pelo parceiro sexual no cartão da gestante. "Esse documento deve acompanhar a mulher a todo momento, principalmente no dia do nascimento da criança."  
O recém-nascido exposto a sífilis materna, mesmo que não diagnosticada a doença, deve ser acompanhado até os 24 meses.

 

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