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Trabalhadores nas indústrias do trigo terão reajuste de 8,50%

November 23, 2016

 

Os trabalhadores nas indústrias de Trigo terão reajuste salarial de 8,50%, conforme acordo fechado entre a Fetiasp (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação do Estado de São Paulo), os sindicatos filiados – capital e interior -  e a bancada patronal.

 

O reajuste de 8,50% será aplicado aos salários de até R$ 11.970,81. Os salários iguais ou superiores a R$ 11.970,81 serão corrigidos pela parcela fixa de R$ 1.017,52. O salário normativo será de R$ 1.600,00 e a cesta básica, R$ 180,00. As empresas que não têm plano de Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) terão de pagar multa correspondente a 90% dos salário normativo para cada trabalhador.

 

“Os reajustes salariais de 2016 foram os melhores que conseguimos. Com a continuação da crise econômica, insistimos, realizamos mobilizações e nos empenhamos ao máximo. Mas as negociações foram muito difíceis”, declarou Antonio Vítor, presidente interino da Federação. O coordenador da negociação foi Paulo Henrique Viana da Cruz, diretor da Fetiasp.

 

Assinado acordo com a Nestlé

 

A Fetiasp e sindicatos da capital e interior assinaram com a Nestlé,  o acordo da Convenção Coletiva de 2016. Pelo acordo, o reajuste salarial será de 8%, o piso salarial passará para R$ 1.592,00, e o vale-supermercado será de R$ 630,00, com treze pagamentos no ano.

 

“Se este não foi o melhor, este foi o acordo possível”, disse Antonio Vítor, presidente interino da Fetiasp (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação do Estado de São Paulo).
 
A PLR (Participação nos Lucros ou Resultados) terá uma quantia fixa de R$ 5.430,00, mais 100% do salário de cada trabalhador como variável.
 
A empresa tem cinco mil trabalhadores em nove fábricas no Estado. Segundo Antonio Gonçalves Filho, coordenador da negociação, as negociações foram difíceis.
 
A Felatran (Federação Latino-americana dos Trabalhadores da Nestlé) coordenou as negociações.

 

 

 

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