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Caem preços de itens de alimentação, diz pesquisa

March 1, 2017

 

Alguns alimentos estão com preços mais baixos em relação aos últimos meses e se tornaram opções econômicas na mesa das famílias. A pesquisa Olhômetro de Preços, da Universidade de Sorocaba (Uniso) e divulgada na semana passada, aponta diferenças significativas nos preços de produtos do uso cotidiano em relação ao mesmo trabalho realizado em novembro do ano passado.

Em três meses, o quilo do feijão carioca da marca Sorocaba, por exemplo, teve o preço reduzido em 44,1%. Por outro lado, a alface subiu 103%. A comparação é feita tomando por base os menores preços apontados pela pesquisa, que é realizada em cinco supermercados de Sorocaba.

Em novembro, o quilo do feijão custava R$ 6,25. Agora, sai por R$ 3,49. Outro produto que registrou baixa no preço foi o lombo suíno, cujo quilo passou de R$ 15 para R$ 13,05 (queda de 13%). A situação é semelhante ao quilo da cebola, que teve redução de preço de 12,6% (passou de R$ 1,58 para R$ 1,38). A carne bovina de primeira (patinho) custava R$ 17,90 o quilo em novembro e sai por R$ 16,79 agora (queda de 6,2%).

Na contramão, a alface que era vendida por R$ 0,98 a unidade em novembro agora passou a R$ 1,99 no menor preço registrado na pesquisa. A batata, apesar de ter ficado abaixo de R$ 2 o quilo, é outro produto que teve aumento, de R$ 1,28 para R$ 1,48 (15,6%). O quilo do frango resfriado foi reajustado em 9,6%, passando de R$ 4,15 para R$ 4,55.

A pesquisa atual, que comparou os preços praticados em 63 itens, foi realizada nos dias 20 e 21 de fevereiro, pelo Laboratório de Ciências Sociais Aplicadas da Uniso, sob a coordenação do professor e economista Lincoln Diogo Lima. De acordo com o trabalho, os menores preços dos itens citados acima estão nos supermercados Santo (alface, frango resfriado, lombo e patinho), Paulistão (batata e cebola) e Coop (feijão).

O Olhômetro de Preços apontou ainda que o alho que apresenta maior variação no momento: 78%. O produto, em 200 gramas, é encontrado a R$ 6 e a R$ 3,38, sendo o menor valor praticado pelo Extra.

Pesquisar é preciso

A dona de casa Marlene José Neves, 66 anos, conta que o marido não se importa de buscar o produto mais barato, ainda que ele seja vendido longe de sua casa. "Vivemos com salário de aposentado. Se não pesquisarmos bastante, ficamos sem dinheiro no fim do mês. E aí, como fica para comprar os remédios?", questiona.

"Se não prestar atenção, acaba pagando muito mais", diz o técnico em laboratório Rubens Campos Soeiro, 54. Para ele, achar o menor preço passa também pela questão cultural, já que alguns consumidores são acostumados a comprar sempre no mesmo lugar. "A pessoa tem de andar e pesquisar. Não deve olhar só o nome do supermercado", aconselha.

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