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Coleta seletiva retrocede em Sorocaba

June 4, 2017

 

 
Num momento em que as atenções se voltam para a Semana Mundial do Meio ambiente, a coleta seletiva de materiais recicláveis em Sorocaba amarga diminuição acentuada no volume de materiais recolhidos nas residências e contabiliza perdas em itens importantes a estrutura de trabalho. Esses materiais abrangem plástico, papel, papelão, vidro, alumínio, entre outros itens. Possuem valor agregado, são reaproveitados na fabricação de outros produtos e dessa forma se tornam fontes de geração de emprego e renda. Além disso, a coleta seletiva contribui para a preservação do meio ambiente porque esses materiais, uma vez recolhidos, deixam de ir para os aterros tradicionais. 
  
São duas as entidades encarregadas da coleta seletiva na cidade: a Cooperativa de Reciclagem de Sorocaba (Coreso) e a Central de Reciclagem. Em comum, as duas calculam redução no volume de coleta seletiva, o que vai na contramão de uma atividade que poderia ser ampliada caso houvesse divulgação e reforço em estrutura. 
  
Dados e valores são divulgados pelas diretorias das duas entidades. A Central de Reciclagem recolhe atualmente 200 toneladas em média por mês, ante 210 a 300 toneladas por mês no ano passado. A Coreso já chegou a recolher 240 toneladas/mês em média, nos últimos anos, e este ano o volume é de menos de 100 toneladas. Os números de cooperados também ilustram essas perdas: eram 60 na Central de Reciclagem, ante os atuais 52; na Coreso eram 132 pessoas e agora são 32. 
  
Núcleos a menos 
  
A Coreso também tinha cinco núcleos em bairros diferentes, perdeu dois e restam três. Os cinco núcleos eram os da rua Encarnação Rando Castelucci e rua Chile, ambas no Além Ponte, além de endereços no Jardim Capitão, zona oeste, na avenida Itavuvu e no Vitória Régia, zona norte. Os núcleos desativados foram os do Jardim Capitão e da Itavuvu, cujos locais de atuação eram alugados pela Prefeitura até o ano passado. 
  
Com isso, bairros das regiões do Jardim Capitão e da Itavuvu (Maria Eugênia, São Guilherme, Paineiras) deixaram de ser atendidos pela Coreso por falta de condições. Os outros três núcleos são locais ocupados por cessão de uso do município. Entre eles, os núcleos da rua Encarnação Rondo Castelucci e do Vitória Régia processam a coleta seletiva e a unidade da rua Chile faz o beneficiamento de polímeros (plásticos) e óleo residual de frituras. 
  
As retiradas na Coreso variam de R$ 800 a R$ 900 por mês para cada cooperado, descontados todos os custos com a atividade. Em janeiro passado, a receita total foi de R$ 32 mil, as retiradas somaram R$ 16.668,04, correspondendo a R$ 724 por pessoa entre 49 cooperados na época. E as despesas, de R$ 18.649 naquele mês, superaram o valor de retiradas. As despesas vão desde ISS e IPTU à manutenção de galpão, seguro de equipamentos, vigilante, energia elétrica, gás de empilhadeira, entre outros itens. Em outro exemplo, a Central de Reciclagem arrecadou R$ 65 mil em abril deste ano. 
  
Amor e indignação 
  
Na Central de Reciclagem, a estrutura de trabalho conta com cinco caminhões. Havia um sexto caminhão em operação no ano passado, mas o veículo foi retirado de atividade depois que a Prefeitura deixou de fornecer o combustível em dezembro. 
  
O caminhão desativado atingia regiões do Trujilo e Nova Sorocaba. Segundo Luiza Porfírio Dias, de 56 anos, diz que moradores que tinham os seus materiais recolhidos reclamam o retorno da coleta seletiva. 
  
As retiradas na Central de Reciclagem são de R$ 1.200 a R$ 1.300 por funcionário, o que varia de acordo com as horas trabalhadas. Há também os que recebem menos. Entre esses está Ana Maria Ferreira da Silva, de 48 anos, que trabalha no local há sete meses. Insatisfeita, ela reclama: "Dá para viver com um dinheiro desse?" 
  
"Nós não temos vale transporte, não temos cesta básica, não temos direito a nada", acrescenta Ana Maria. Na comparação com o que ganha, ela reclama: "Acho injusto a gente trabalhar das 7h às 5h (17h) exposta a sol,chuva, mordida de cachorro." 
  
Aos 46 anos, Simonia da Silva trabalha na coleta de materiais nas ruas e diz que ama o que faz: "Eu gosto de mexer (se relacionar) com o povo. O trabalho da gente não é só pelo dinheiro, e sim por a gente gostar daquilo que faz. 

 

Fonte: Cruzeiro do Sul

 

 

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