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Região ficará de fora da vacinação em massa

January 11, 2018

 

 

Sorocaba e as demais cidades da Região Metropolitana não aparecem no mapa de 53 municípios que terão ampliação da cobertura de vacinação contra a febre amarela no Estado de São Paulo. Num primeiro momento, o entendimento foi de que a ação, anunciada no sábado, 6 de janeiro, atingiria toda a população paulista. Entretanto, para receber as doses em campanha, que ocorrerá de 3 a 24 de fevereiro, foram definidas cidades de áreas próximas de onde há circulação do vírus atualmente, com o objetivo de evitar a expansão da doença. 

Segundo a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, os recortes consideraram critérios epidemiológicos após análises técnicas e de campo feitas em locais de concentração de mata pelo Centro de Vigilância Epidemiológica/Divisão de Zoonoses (CVE) e a Superintendência de Controle de Endemias (Sucen). Sorocaba e região continuam oferecendo a vacina, na rede pública, para pessoas que irão viajar para áreas de risco. O Estado não informou se trabalha com a possibilidade de expandir, no futuro, a vacinação em massa para mais municípios. 

A expansão da imunização foi definida em parceria com o Ministério da Saúde. Serão 6,3 milhões de pessoas imunizadas em São Paulo, além de parte da população do Rio de Janeiro e Bahia, totalizando 19,7 milhões de habitantes de 76 cidades. Todas estão localizadas em áreas ainda não alcançadas pelo vírus, mas que estão receptivas, pois integram os corredores ecológicos. Das 53 cidades paulistas que serão atingidas pela ação, 40 ofertarão a vacina para a população total, devido à alta concentração de mata. Os outros 13 municípios terão vacinação parcial para moradores de bairros com maior vulnerabilidade. 

Do total da população que receberá a vacina, 15 milhões serão imunizados com a dose fracionada -- é o caso dos paulistas -- e outras 4,7 milhões com a dose padrão. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, explicou que a adoção do fracionamento visa evitar um surto como ocorreu no primeiro semestre de 2017. "Os estudos concluídos, até o momento, demonstram que a vacina padrão e a fracionada têm a mesma eficácia. No entanto, o Ministério da Saúde continuará acompanhando e atualizando as estratégias, conforme a atualização das pesquisas." A dose padrão (0,5 Ml) protege por toda a vida, enquanto a dose fracionada (0,1 Ml) protege por pelo menos oito anos.


Vizinhos do Parque do Matão se preocupam

A Prefeitura de Votorantim ainda aguarda o resultado dos laudos, que serão emitidos pelo Instituto Adolfo Lutz, sobre a causa da morte de quatro macacos que viviam no Parque do Matão, que fica na região do Parque Bela Vista. O prazo inicial dado para o resultado, que apontará se os animais foram vítimas da febre amarela, foi de dez dias. Porém, segundo a administração municipal, um grande número de primatas, vindos de todas as partes do Estado, está sendo enviado ao órgão estadual, razão pela qual está havendo "um pouco de atraso na resposta laboratorial". Enquanto os laudos não ficam prontos, as equipes da Secretaria de Saúde (Sesa) continuam atuando com a realização de nebulizações na região. Já os moradores que vivem nas proximidades do parque -- que está fechado à visitação pública -- se dizem apreensivos com a possibilidade de conviver com a doença tão perto.

"Se os macacos morreram e há suspeita, já deveriam estar vacinando a população", reclamou o morador da Vila Dominguinhos, Luiz Eduardo Camargo Moura, de 65 anos. "Não sei porque esperar. Se descobrirem que os macacos morreram de febre amarela, até lá um mosquito já pode ter picado alguém." De acordo com a Sesa, o esquema de vacinação da população contra a febre amarela continua o mesmo -- com doses aplicadas às sextas-feiras pela manhã, na UBS do Parque Bela Vista, só para pessoas que irão viajar para áreas contaminadas de risco. Essa situação somente será alterada caso haja confirmação de que algum dos animais morreu por conta da doença. No momento, não há registro de pacientes com febre amarela na cidade. "O município respeita as ordens técnicas e os protocolos oficiais da Secretaria de Estado da Saúde e do Ministério da Saúde quanto às práticas de enfrentamento epidemiológico em qualquer situação", diz nota da Sesa. 

 

Nebulização

Na tarde de ontem, equipes do Centro de Controle de Zoonoses realizavam aplicação de veneno, por meio de nebulização, nas ruas que passam no entorno do Parque do Matão. De acordo com a Sesa, a medida é preventiva para combater o mosquito Aedes aegypti, que pode transmitir a febre amarela a humanos, mas também a dengue, chikungunia e zika. "Moro aqui do lado e está todo mundo preocupado porque é uma doença muito grave", comentou Ilda da Silva Garcia, de 59 anos. Mesmo já tendo recebido a dose, junto com netos e filhos -- pois a família costuma viajar para Piedade -- ela diz se sentir insegura com a situação. José Carlos Ferraz, de 65 anos, que mora há 43 anos vizinho ao parque, também se diz preocupado, principalmente pela falta de informação e por não ter se vacinado ainda. "Não sabemos se estamos convivendo com a doença na frente de casa." 

 

 

Fonte: Cruzeiro do Sul

 

 

 

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