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Caso de reação à vacina é investigado em Sorocaba

January 31, 2018

 

 

Um homem de 39 anos, morador de Aparecidinha, está internado para investigação de contaminação por febre amarela em razão de efeitos adversos à vacina. Segundo a enfermeira Daniela Malaquias, chefe da Vigilância Epidemiológica de Sorocaba, o paciente foi vacinado no dia 10 de janeiro, na ação de imunização que aconteceu no bairro, com indicação adequada. "Foi feita avaliação de triagem, investigado se existiam contraindicações antes de vacinar e não constatada nenhuma." O caso ainda aguarda resultados de exames para ser confirmado. Além de uma reação à vacina, está sendo considerada, em razão dos sintomas, a possibilidade que o homem tenha contraído dengue ou leptospirose.

O paciente começou a apresentar sintomas de febre, prostração, urina escura e icterícia no dia 22 de janeiro. Sua internação aconteceu em 25 de janeiro, quando houve a notificação do caso. Segundo Daniela, apesar de raros, os efeitos adversos da vacina devem ser considerados, por se tratar de uma imunização feita com o vírus da doença enfraquecido. "O vírus é colocado no organismo para produzir uma resposta imunológica. E para receber esse vírus o organismo deve estar sadio, saudável, para que responda da forma adequada", explica a enfermeira.

Por isso, pessoas que estejam com o sistema imunológico enfraquecido, por uso de medicação ou doença, correm o risco de desenvolver a febre amarela tendo contato com o vírus presente na vacina, mesmo que atenuado. "Por isso a importância das pessoas entenderem a necessidade da triagem. Essa avaliação tem uma preocupação do ponto de vista de saúde coletiva."

Avaliação de risco

A doença febre amarela pode se manifestar no ser humano de várias formas. Segundo Daniela, de 40 a 65% dos casos são assintomáticos -- as pessoas não desenvolvem sintomas. De 20 a 30% dos doentes têm a forma leve, com febre e dor de cabeça. Já de 10 a 20% podem ter a forma grave e entre 5 e 10% a forma maligna, que pode levar à morte.

Já em relação à vacina, estudos apontam uma reação grave a cada 500 mil vacinados. Daniela alerta que todas as pessoas devem avaliar a opção de se vacinar ou não com base nas avaliações de risco. Uma pessoa que pretende passar o Carnaval na área rural de uma cidade com casos da doença, por exemplo, deve sim pensar em se vacinar. "Existem situações que você também consegue adiar uma viagem. Se houver possibilidade, não vá para uma área em que o risco é maior. Se não houver possibilidade, aí sim deve-se procurar a cidade que vacine o viajante."

Nesta quarta-feira (31), as vacinas para os viajantes estão sendo aplicadas em Sorocaba na UBS Escola (segundas, terças e sextas-feiras), na UBS da Vila Angélica (quartas-feiras) e na UBS do Jardim Simus (quintas-feiras). Todas aplicam as doses a partir das 7h, com distribuição de 250 senhas por dia. 
 

 

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

 

 

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