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Ataque de Bolsonaro às leis trabalhistas causa indignação no Movimento Sindical

December 19, 2018

O novo governo ainda nem tomou posse, mas já mostra a quem é subserviente. A fala de Jair Bolsonaro, que sinaliza com mudanças nas leis trabalhistas para “que se aproximem da informalidade” causou indignação e reações no Movimento Sindical. O presidente eleito mostra sua insatisfação com o desmonte nos direitos feito por Temer e pretende fazer novas flexibilizações.

 

A última declaração nesse sentido ocorreu na semana passada, durante encontro com a bancada do DEM. Se concretizar o que tem dito, o futuro governo precarizará ainda mais o trabalho.

 

Jair Bolsonaro quer precarizar relações trabalhistas e incentivar a informalidade

 

Força - Em contato com a Agência Sindical, o presidente da Força Sindical Miguel Torres classificou a intenção de “desumanidade”. O dirigente também alerta que, ao criticar o Artigo VII da Constituição, Bolsonaro sinaliza que, a fim de defender o capital (ele reafirmou ao DEM: “ser patrão no Brasil é um tormento”), ele pode querer mudar a Carta Magna.

 

Miguel lembra que, embora o Plano de Governo do candidato Bolsonaro reservasse apenas 113 palavras ao mundo do trabalho, ele dizia que os direitos assegurados na Constituição não seriam mexidos. “Agora, diz Miguel, ele mostra intenção de alterar o Artigo VII, abrindo caminho pra mexer também no Artigo VIII, provocando o desmonte da estrutura sindical”.

 

 

 

“Muitos trabalhadores votaram no Bolsonaro, apesar de nosso alerta de que seria temerário. Agora, vamos voltar às portas de fábricas e relembrar as recomendações que havíamos feito. E chamar o pessoal para a necessidade de resistir”, afirma.

 

O presidente da CUT, Vagner Freitas, adverte que não será tão simples tirar os direitos dos trabalhadores como Bolsonaro imagina. “Vai ter resistência”, diz. “Estaremos nas escolas, chão de fábrica, ocupações, bairros e ruas de todo o País dialogando com os trabalhadores e organizando a resistência”, completa.

 

Justiça - Bolsonaro também atacou o Ministério Público do Trabalho. Ele disse, em tom de ameaça, que “se tiver clima a gente resolve esse problema”. Ele se referiu ao MPT quando defendeu a empresa Havan, que foi autuada pelo órgão por coagir funcionários a votar nele.

 

O presidente do MPT, Ronaldo Fleury, também reagiu. Em entrevista à Folha, disse que a não atuação permitiria, por exemplo, o trabalho escravo. “Quando a gente busca com que uma empresa siga a lei trabalhista, a gente garante a elas uma igualdade de tratamento, evitando, por exemplo, que uma empresa consiga reduzir muito seu custo de produção em detrimento de outras”, acrescentou.

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